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Mostrando postagens de fevereiro, 2010

Passeios Turísticos e Ecológicos

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Praias Trilhas Cachoeiras Piscina Natural Histórias Trindade um lugar para você passar dias encantadores com muito lazer, cultura e natureza.

Peixe com Banana Verde

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- Outro prato bastante comum na mesa do caiçara é o Peixe com Banana, especialidade do Restaurante Banana da Terra. Esta e outras receitas da casa foram adaptadas e criadas pela matriarca Regina Gama Miranda, e hoje sob a tutela e maestria da chef Ana Bueno . vão desde deliciosos pãezinhos de alho como couvert até sobremesas como tortas de banana. A banana da terra dá um toque de sabor ao pescado, preferencialmente filés de robalo, Banana da Terra refogados com tempero e tomates e muito coentro da folha larga

Camarâo Casadinho

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o camarão casadinho era um prato bastante comum na mesa do caiçara. O nome vem do modo de fazer: junta-se dois camarões grandes, de preferência VG, feito um "sanduíche" recheado de farofa de camarões miúdos bem úmida, amarrando e fritando em seguida. Para acompanhar os camarões, arroz branco, farofa de camarão e uma maionese bem leve,.Quem quiser, ainda pode provar a iguaria no restaurante que o Hiltinho mantém na Ilha do Algodão.

Festival da Pinga de Paraty

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Em 1983, um grupo de empresários, junto à Secretaria de Turismo e donos de alambiques, criou o Festival da Pinga. Todos os anos no mês de Agosto, Paraty realiza o Festival da Pinga, onde paratienses e turistas degustam as delícias destiladas da região, produzidas por processos totalmente artesanais, que fazem da Pinga de Paraty o orgulho de quem fabrica. É preciso experimentar: · A Pinga Caramelada - misturada com melado, gengibre e canela · A Pinga Azulada - destilada com folhas de tangerina · A branquinha - pura ou tradicional · Pitanga curtida · Gabriela - sabor picante de canela e cravo · Envelhecida - em barril de carvalho, por muitos anos, tem uma cor marrom claro · De Abacaxi, Pêssego, Goiaba, Banana - são pingas adocicadas pelas frutas colocadas no produto, produzidas pelo engenho Coqueiro · Curtida no figo e jatobá

“Farinha de Suruí, Pinga de Paraty e Fumo de Baependi. É só comê, bebê, pitá e caí”.Conde d’Eu

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Pinga ou cachaça é a aguardente feita da cana-de-açúcar; O solo de Paraty é considerado ideal para a plantação de cana-de-açúcar e a geografia acidentada com numerosos rios facilitava a construção de rodas d’água, indispensável para a moagem em grande escala da cana-de-açúcar. Esses motivos transformaram Paraty no maior centro produtor da bebida durante o período colonial e imperial. Em Paraty só se produz a aguardente a partir da garapa, ou seja a pinga, e todo o processo de produção ainda é feito de forma artesanal, desde de o plantio, a moagem com roda d’água (alguns), ao fogo a lenha que destila a bebida.

Panela de barro é que faz comida boa.....

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Panela de barro ,consiste em panelas feitas artesanalmente, sem o auxílio de torno, e que não são cozidas em fornos e sim em fogueiras, de acordo com a tradição indígena. Existem panelas de barro de diversos tamanhos e são utilizadas no preparo de dos diversos pratos típicos de Paraty, principalmente as receitas de peixe e frutos do mar. Alem de conferir um sabor especial às moquecas e ensopados, mantém a comida quente por várias horas. COMO USAR A PANELA DE BARRO NA PRIMEIRA VEZ · Unte a panela de barro, sem uso, com 2 colheres de óleo de cozinha; · Leve-a ao fogo e deixe queimar até o óleo acabar. · Em seguida, coloque a panela para esfriar e lave-a. · Está pronta para usar. Deixe a nova panela de barro de molho na água por aproximadamente meia hora antes de usá-la pela primeira vez. Certifique-se de que a parte inferior e superior fiquem de molho e então esfregue com uma escova resistente para remover qualquer resíduo de barro. Nunca coloque uma panela quente de barro em uma superfí...
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Muitos caiçaras abandonaram suas praias ou têm no turismo sua principal fonte de renda, mas seus costumes culinários prevalecem com base nos pescados. Em praias como a do Sono, Saco do Mamanguá e Martim de Sá, ou nas Ilhas, com a do Araújo, a pesca muitas vezes ainda é feita em canoas, com redes artesanais e utilização de recursos como o cerco - uma espécie de "armadilha" para prender os peixes. A coleta de siris é feita nos manguezais e, em algumas localidades, como no Saco do Mamanguá, a garotada se diverte caçando estes siris à noite, na maré baixa, munidos de lampião a gás. Também é possível coletar mariscos chamados sapinhauás, cavando a areia de algumas praias.

Que tal dar um mergulho entre uma guloseima e outra?

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Mais de 60 ilhas e 100 praias podem ser conhecidas de barco. Compra?se passagens de saveiros em vários pontos da cidade ou no cais, escolhendo diretamente o barco que mais lhe agrada. Os saveiros levam até 70 passageiros, saem entre 10:00h e 12:00h, os passeios duram de 4 a 5 horas. Caso prefira um passeio sem hora certa para voltar e com roteiro próprio, alugue baleeiras que cobram por hora No cais também é possível alugar veleiros e lanchas. Através de trilhas na mata: Praia do Sono, Ponta Negra, Antigos Grande e Pequeno. A região da Cajaíba, acessível de barco, transformou-se na mais nova aventura dos turistas. São constantemente visitadas e se fazem acampamentos nas Praias Grande, Deserta, Itaoca, Pouso e Martim de Sá que, mesmo dentro da Reserva Ecológica da Joatinga, vem apresentando grande demanda turística. Norte: Jabaquara (2 km), Corumbê (7 km), Barra do Corumbê (8 km), Grande (10 km), Prainha (11 km), Engenho do Velho (14 km), Graúna (15 km), Jundiaquara (17 km), Barra Gran...

O Café da Manhã

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O café era adoçado com o melado de cana de açúcar, com a rapadura ou caldo de cana, fruto de horas de trabalho que era também usado para fazer os deliciosos doces, pães e biscoitos que faziam e ainda fazem a delicia de todos que participam de uma farta mesa de café da manhã tipicamente paratyense. Padaria! Nem pensar......Todas as delícias e quitutes para a mesa farta do café da manhã das tradicionais famílias paratienses, eram feitos pelas mucamas e donas de casa que madrugavam para que todos os dias, às 6 horas da manhã, as delícias perfumadas enchessem de alegria as boquinhas famintas de toda a família.Para completar o cardápio do café da manhã eram servidas batatas doces, aipim banana da terra cozida, também polenta com sal, abacate com farinha, paçoca de banana.........Hummm.......e aí vai experimentar?

Temperos da Cozinha Caiçara

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O grande segredo da Culinária Caiçara está no uso, em grande quantidade, de ervas frescas encontrados na natureza. Elas conferem um sabor delicioso e diferente às iguarias de Paraty, como cebolinha, salsa, coentro de folha larga ou comprida, alfavaca, hortelã de folha grande, hortelã pimenta, urucu ou colorau. O uso desses temperos é herança dos escravos, que já sabiam que tais plantinhas, além de deixar a comida saborosa, ajudavam na digestão. Use e abuse dos cheiros-verdes picadinhos e sempre vivos, fresquinhos, sobre a comida, na hora de servir. Não tenha dó; abuse! Nosso olfato e paladar agradecerão

A Gastronomia Sustentável

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A CULINÁRIA PARATIENSE CONTEMPORÂNEA A Gastronomia sustentável paratiense tem um compromisso de pesquisar, desenvolver e difundir uma culinária de padrão internacional, inspirada na cultura local e na utilização de produtos orgânicos, agro florestais, agropecuários e pesqueiros, produzidos pelos pescadores artesanais e agricultores familiares." Com esta iniciativa estão sendo introduzidos novos produtos á Culinária Contemporânea, construindo uma relação direta com os produtores locais dando o primeiro passo para a Gastronomia Sustentável. O nosso foco não somente se dirigiu aos produtos já usados nos pratos caiçaras, mas também algumas espécies de frutos e algumas ervas até então esquecidas, como por exemplo, o mamão jacaratiá, araçá-boi, fruta pão, pupunha fruta, verduras como a bertalha, taioba, açafrão da terra,que nos permite a criação de novos e variados pratos. (Ronara Toledo, chefe do Restaurante Caminho do Ouro)

O que os famosos falam do livro......

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"O SABOR E A RIQUEZA DA GASTRONOMIA CAIÇARA, FRUTO DE MINUCIOSA PESQUISA DA QUERIDA GIGI, MOSTRAM NO TEMPERO E NO COLORIDO UM POUCO DA DIVERSIDADE DE NOSSA CULINÁRIA".Amaury Barbosa (Secretaria de Cultura) "Receitas paratienses ao alcance de todos é a proposta que a autora nos oferece; atenção panelas, ingredientes, a postos: o fogão está aceso, vamos cozinhar".Zezé Rameck(Ihap) "Este livro traduz os temperos, as receitas e os sabores daGastronomia Sustentável Paraty".Domingos de Oliveira(Folha do Litoral) "Preparar as receitas deste livro maravilhoso,é recordar a nossa infância.Sabe o que significa tomar café de caldo de cana com bolo de fubá?"Maria Helena P. Dantas(Itae)

Delícias de Paraty

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A terceira edição do livro Delicias de Paraty “engordou”, mas não cresceu apenas em tamanho. Fundamentalmente se fortaleceu no comprometimento com o conceito de comunidade. Além de maior número de colaboradores, esta nova edição traz receitas da gastronomia contemporânea com delicias colhidas em terras paratienses, envolvendo também o movimento da gastronomia sustentável de Paraty.Este movimento hoje é global e ajuda a manter o homem no campo e no mar, valorizando seus saberes milenares de colher da natureza e degustar sem pressa. Restaurantes do mundo inteiro estão resgatando sabores tradicionais, preferindo produtos locais, frescos e sem agrotóxicos. A tentativa de transformar a sociedade e a economia é porque já entendemos que não se constrói uma cultura de agricultura da noite para o dia, e também porque já perdemos muitas famílias antes dedicadas a terra para as mais rentáveis. O livro Delicias de Paraty, com o resgate dos antigos saberes, acaba de incorporar este movimento que ...

Delícias de Paraty

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Delícias de Paraty ...e outras delícias é o nome do livro de receitas típicas da cidade de Paraty,organizado e editado por Gislana Peçanha. A preservação da simples e saborosa culinária caiçara é um dos objetivos deste livro que reúne receitas de várias cozinheiras e cozinheiros da cidade. São receitas de família, passadas de mãe para filha, que fazem parte do Patrimônio Gastronômico de Paraty. Peixe assado na folha de bananeira, pé de moleque, manuê de bacia, massapão, são algumas das receitas disponíveis. Foram acrescentadas receitas da cozinha contemporânea paratyense, a Gastronomia Sustentável, variações e adaptações das receitas baseadas na agricultura sustentável praticada por agricultores da região. lançamento www.editorabarauna.com.br
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Peixes e frutos do mar

Assim, em Paraty se tem a oportunidade de saborear, no dia-a-dia - e não apenas em datas especiais - paratis, garoupas, tainhas, robalos, sororocas e outras delícias do mar, como polvos, lulas, siris, mariscos e camarões.

Peixes e frutos do mar

Assim, em Paraty se tem a oportunidade de saborear, no dia-a-dia - e não apenas em datas especiais - paratis, garoupas, tainhas, robalos, sororocas e outras delícias do mar, como polvos, lulas, siris, mariscos e camarões.

Tradição com criatividade

A culinária de Paraty, tipicamente caiçara é uma mistura da culinária indígena, portuguesa e africana. A culinária indígena nos deixou as deliciosas receitas de peixes na brasa as receitas com bananas verdes, peixes e ovas secas, alem de chás feitos com ervas nativas e a farinha de mandioca. Da culinária portuguesa, guardamos as receitas de peixe assado na telha canal, sardinhas assadas na brasa, cozido de carnes com legumes e os deliciosos doces: Massapão, Pé de Moleque, Manuê de Bacia etc. Assim, em Paraty se tem a oportunidade de saborear, no dia-a-dia - e não apenas em datas especiais - paratis, garoupas, tainhas, robalos, sororocas e outras delícias do mar, como polvos, lulas, siris, mariscos e camarões. Mesa farta de doces - Quem vem a Paraty verá nas ruas do centro histórico diversas carrocinhas recheadas de bolos, tortas, cocadas, paçocas e pés-de-moleque. Estas receitas encontram variações em outros lugares do Brasil, um reflexo da curiosa mistura resultante dos costumes de vá...